“A blindfolded chimpanzee throwing darts at the Wall Street Journal could select a portfolio that would do as well as experts”by Unknown

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Archiv for Novembro, 2009


published: Novembro 29th, 2009

Bidrivals.com é scam

BidRivals.com é um site com sede em Malta que faz “leilões” pela internet. O modelo está disfarçado como leilão mas na verdade é um casino, até porque se formos a ver bem o site não produz NADA, nem serviços nem qualquer tipo de produto, apenas cria dinheiro do puro ar através das pessoas que vão lá colocar licitações. joshua stein tentou contornar um site deste tipo sem qualquer sucesso, chegando há conclusão que é impossível a qualquer um ganhar um leilão com base em destreza, ou seja, é tudo aleatório e dependente da sorte.

Definição de scam: Scam é uma tentativa de defraudar a vitima ou grupo de pessoas ao ganhar a sua confiança.
Esta confiança é ganha através das já conhecidas características humanas: ganância, ilusão, honestidade, compaixão, etc.

Há algo aqui mais maléfico a funcionar, é como explorar uma deficiência do ser humano. Assim que colocamos uma licitação em qualquer coisa, passamos a ter um interesse genuíno no leilão, mas outro alguém pode ganhar, levando-nos a colocar mais licitações sem qualquer garantia de que o nosso “investimento” tenha algum tipo de retorno, o dinheiro pode no final do leilão ir todo para a casa. Este comportamento frequentemente dá origem a pobres decisões.

Na verdade este método de leilão já é usado há mais de 30 anos em algumas feiras espanholas. Na Suécia este modelo de negócio é ilegal! Depois também há outro pormenor que gostaria de reportar: não existe qualquer forma de averiguar se as licitações feitas num leilão são reais ou feitas automaticamente por software. Em alguns sites deste género que foram atacados havia milhares de contas fictícias.

Conclusão: BidRivals.com não é ilegal, mas também não é um leilão. Talvez casino seja a sua melhor definição.

published: Novembro 29th, 2009

Dubai e a bancarrota

Dubai Dubai.. terra de novas oportunidades, sonhos, e também de muitas ilusões. Outrora este lugar fascinava-me pelas suas enormes e bonitas construções, mas por detrás deste véu de aparências surge a enorme ganância humana, essa que de novo nada tem e que me é tão familiar. É um exemplo verdadeira da histeria das massas, quem iria pensar, em colocar montes de edifícios numa área onde não há capacidade para a agricultura ou outro qualquer tipo de sociedade sustentável ? Não vejo futuro risonho para o Dubai depois do petróleo acabar nos UAE, não dando qualquer tipo de confiança para os bancos europeus “investirem” no Dubai, isto é, cederem crédito para estes muçulmanos andarem a brincar aos faraós do deserto. “Your Tax Dollars At Work”, só de pensar que pago as estes senhores todas as vezes que encho o depósito, minha nossa.

O Sheik Mohammed tem tentado diversificar a economia do emirato sem sucesso, porque toda ela é dependente do mundo exterior, essa é a razão pela qual o Dubai não terá futuro, não quer dizer que no curto prazo não consiga algum tipo de crescimento, no caso de receber ajudas de Abu Dhabi, um emirato que ainda contém reservas de petróleo consideráveis e também 5% das reservas de gás a nível mundial. Contudo Abu Dhabi não pode estar constantemente a fazer bailouts aos emiratos vizinhos, como o já fez este ano ao Dubai, está na altura de aprender sobre crescimento sustentável.

No Dubai o imobiliário também está de rastos, mesmo na zona da marina onde os apartamentos estão às moscas, aí novos prédios não previstos inicialmente são construídos estragando a vista da marina e o investimento dos que já lá têm apartamento, é a cegueira do lucro e da bolha imobiliária, agora vai tudo por ai abaixo.. Dubai sempre foi uma cidade mal planeada, com um trânsito avassalador em horário de ponta estando a poluição criada pelo trânsito nos mais altos níveis mundialmente. Com um fosso social dos mais elevados do mundo, onde executivos gozam as suas férias submersos em luxo e comodidades construídas por emigrantes mal pagos, que vivem não muito longe deles em contentores. Dubai nem sequer tem uma forma sustentável de “produzir” a água potável suficiente para os seus habitantes, tendo que recorrer à ineficiente dessalinização e com grandes custos. Dubai também não tem uma forma de tratar os seus resíduos de forma eficiente, dando lugar aos despejos ilegais que têm vindo a dar à nas revistas de jornais um todo por todo o mundo.

Estou curioso para saber o futuro do Dubai..

published: Novembro 22nd, 2009

Lâmpada incandescente versus fluorescente

Na passada Terça-Feira estava a matutar no tipo de candeeiro que deveria comprar para o meu quarto. Já uso lâmpadas fluorescentes há alguns anos mas houve alturas em que tinha 3 a funcionar em conjunto, o que resultava na avaria constante de uma ou outra no espaço de 2-3 meses. Foi daí que gastei algum tempo neste assunto, a fim de determinar a melhor forma de optimizar o seu uso, e também a de poupar mais dinheiro a longo prazo.

A maior parte das lâmpadas fluorescentes com 15W equivale a uma lâmpada de 75W incandescente, isto foi uma média que calculei enquanto estava a passear pelo AKI este fim de semana. Vamos também considerar o preço do kWh a 0,134€ , preço de 2006 praticado pela EDP.

O pack de lâmpadas fluorescentes é este: http://www.aki.pt/2009/index.php?id=61768&tbl=registos&id2=191&pesq=1 , com um preço de 11,60€ / 3 = 3,87€ por cada lâmpada.

Uma lâmpada incandescente tem em média mil horas de vida, isto é um gasto de 75 000kW por cada mil horas, por outro lado uma lâmpada fluorescente tem uma média de 10 mil horas, o gasto por cada mil horas é 15 000kW.

No final das contas obtemos o custo de cada tipo de lâmpada por cada mil horas :

Lâmpada incandescente : 75 000 x 0,134€ = 10 050€

Lâmpada fluorescente : 15 000 x 0,134€ = 2 010€

Portanto as lâmpadas incandescente compensam e muito. Outro ponto que também gostaria de tocar era no apagar e acender das lâmpadas fluorescentes. Não se deve apagar mais de 2-3 vezes por dia, o apagar e acender constante pode reduzir o tempo de vida da lâmpada fluorescente em 85%. A fim de minimizar este problema seria melhor comprar apenas uma lâmpada fluorescente de 30W em vez de duas de 15W, por exemplo. A lâmpada incandescente mesmo assim tem duas grandes vantagens face às lâmpadas fluorescentes, não têm mercúrio que pode ser prejudicial há saúde e emitem uma luz mais natural. Este motivo tem levado centenas de pessoas a comprar lâmpadas incandescentes em massa um todo por toda a Europa antes que a sua comercialização seja banida, elevando o seu preço em 50% em alguns países.

published: Novembro 22nd, 2009

Um bocado de história da Bolsa de Valores

A história da Bolsa de Valores está marcada por vários crashes sendo o mais relevante o de Outubro de 1929 que originou a Grande Depressão com impactos a nível mundial, o primeiro foi no LSE ( London Stock Exchange ) há acerca 250 anos atrás. Todos os crashes seguem o padrão repetitivo do comportamento humano e da teoria do “tolo maior”, a crença no impulso para o investimento que provoca bolhas especulativas, desde a bolha do .COM, Linhas de Ferro e Tulipas, apenas para mencionar algumas.

O impacto da Bolsa de Valores a nível mundial foi estrondoso, com acções transformadas em ideias e inovações tecnológicas, foi também uma forma de tornar o dinheiro guardado e poupado em formas produtivas de melhorar a economia e também a nossa vida. Foi também uma forma mais eficiente de os mercados emergentes chegarem ao mesmo nível dos já desenvolvidos, isto aconteceu devido ao enorme capital injectado vindo de investidores estrangeiros há volta do mundo.

Em Portugal as empresas cotadas tem sido cada vez menos, sendo mesmo uma quantidade ridícula. Nós cá também não temos uma grande queda para os investimentos, a população gosta mais de perder dinheiro no euromilhões. No entanto a situação tem melhorado ao longo do tempo e a Bolsa em Portugal já está mais eficiente. Pode-se inclusive comprar e vender acções através da Internet, com custos e comissões reduzidas.

published: Novembro 20th, 2009

Como ganhar na bolsa de Fernando Braga de Matos

Capa do livro

Ganhar em Bolsa

“Ganhar na bolsa” de Fernando Braga de Matos foi um livro que me foi oferecido na semana passada e que tenho lido no metro com interesse enquanto vou para o emprego. Este livro sempre foi vocacionado para o completo novato de Bolsa, aquele que não percebe patavina de mercados. Uma boa característica do livro são uma extensa introdução à Bolsa, a sua relação com a Teoria dos Jogos, os pormenores históricos da bolsa portuguesa desde a sua criação, bem como algumas assumpções um bocado descabidas, como a da soma “positiva”, há situações em que isso não acontece como no Japão. O livro afirma que há uma soma positiva, que é uma característica das sociedades de escala e da sua capacidade de crescerem indefinidamente a longo prazo, tornando o “bolo” presente na Bolsa maior pelo que todos os investidores ficam a ganhar, claro que isto é seguido de vários ciclos económicos, sendo eles Bull e Bear, o livro recomenda ainda não investir de todo nas fases Bear da Bolsa, eu também concordo com isso para investidores que não têm muitos conhecimentos, mas é nesta altura que a Análise Fundamental manda comprar o que está subvalorizado, é também nestas alturas que os ricos compram mais tipos de investimentos. Portanto não sei bem o que dizer sobre este aspecto do livro. O livro também tem um capitulo dedicado exclusivamente à Análise Fundamental, estou a pensar encurtar o livro e passar logo para esse capitulo. Estou a pensar colocar um estilo de mini-review para cada capitulo do livro, penso que isso vai atrair o certo tipo de comentários e quiçá esclarecer as dúvidas dos leitores mais cépticos.

published: Novembro 12th, 2009

O que “Consumir Menos” significa

escrito por Dr. R. Daniel Allen

Sumário executivo: O frenesim do consumo da Civilização Industrial parece que chegou finalmente ao seu clímax e já começou a declinar, na primeira década no Século XXI. Um olhar mais aprofundado às realidades físicas da extracção de recursos revelam que a situação está de facto a chegar à fase terminal da civilização de grande consumo. Depleção de recursos é um aviso do requerimento para a adaptação a um novo paradigma de baixo consumo, em vez de um problema ser resolvido com tecnologias ou soluções sociais. Como um planeta, precisamos de começar a dialogar o que uma sociedade de baixo consumo e pobre em recursos se assemelha, e começar as devidas preparações.

A insaciável fome da Civilização Industrial

Nos últimos 150 anos, a combinação brutal do aumento exponencial da população e um aumento também ele exponencial do consumo per capita já reduziu significativamente uma elevada quantidade de recursos naturais necessários para a continuação da nossa Civilização Industrial. Isso inclui tanto recursos não renováveis (ex: combustíveis fósseis, minérios, etc ) e teoricamente recursos naturais que estão a ser abusados de uma forma tão grande que se estão a tornar quase não renováveis ( peixes, solo, água potável, etc ).

Pegue em num destes recursos chaves, os dados da sua extracção anual segue um crescimento exponencial desde meados de 1800 até agora. Pergunte a um cientista acerca do recurso e eles vão-lhe dizer más notícias: a curva de extracção anual, está ou já ultrapassou o ponto de colapso. Pergunte agora a economistas e políticos chorudos o que verdadeiramente se passa : “Está tudo Ok; o mercado vai sempre tomar conta de tudo como tem feito sempre”.

Então em quem vamos acreditar ? Olhando rapidamente na retórica passada, a situação torna-se clara – preocupantemente para aqueles que querem que a festa industrial continue, assim como para aqueles que têm medo que não estejamos o suficientemente preparados.

As coisas fáceis vão desaparecer

Assim que a sociedade industrial ganhou velocidade, os recursos mais fáceis, “a fruta madura nos ramos mais baixos da árvore”, foram consumidos logicamente em primeiro lugar: o carvão de grande qualidade, os minérios a poucos metros da superfície, o petróleo e gás que jorravam à superfície apenas para serem saqueados, as enormes quantidades de peixe que praticamente saltavam para dentro dos barcos, os solos férteis que produziam com o mínimo de fertilizante.

Enquanto a facilidade de extracção e a alta qualidade destes recursos deram-nos grande confiança como civilização, um aumento eterno na taxa de consumo começou a ser um requisito para a continuação das nossas industrias económicas. Enquanto este frenesim de consumo ganhou mais balanço, no entanto, os recursos que outrora eram fáceis de obter começaram a ser denominados de “alta qualidade;”, querendo dizer que os depósitos mais fáceis foram devastados ano após ano, até que os recurso que sobraram eram de fraca qualidade.

O que sobre agora claro, no nosso  avançado estado de depleção, são os recursos que são mais caros, de baixa qualidade, e mais difíceis de extrair. Estes são os metais de baixa pureza a milhares de metros abaixo do solo; petróleo e gás misturados com toxinas que precisam de ser processados / tratados com grande esforço a milhares de metros abaixo do mar, rocha e terra. A pesca escassa e de tão baixa qualidade precisando de redes gigantescas e grande navios para a sua extracção económica ser viável; e o gasto solo, carente de nutrientes requerendo quantidades avulsas de químicos para produzir algo.

As coisas difíceis são as mais difíceis

Vamos assumir uma aproximação muito crua e que os recursos teoricamente possíveis de extrair já foram consumidos quando entrámos do Século XXI – combustíveis fosseis, minérios, pesca, etc. O consumidor industrial diz : “Eh lá! Isso ainda deixa metade para ser extraído e consumido. Nós ainda temos mais 150 anos de divertimento. Vamos para a festa!”. Há no entanto, dois problemas chave que vai estragar a exuberância deste plano.

Primeiro, devido ao aumento da população e ao consumo per capita, nós estamos a queimar estes recursos a uma taxa muito mais rápida que nos primeiros 150 anos. Mesmo que o inícios do segundo período os recursos fossem facilmente extraídos, eles seriam consumidos em poucas décadas devido ao consumo exponencial. Em segundo lugar, os primeiros 150 anos foram baratos. O que resta agora é tão difícil de extrair e aceder que irá precisar de grande quantidades de energia, tornando todo o processo ineficiente e dispendioso – ie. não vai acontecer. Nem de perto.

Existe uma ironia escura na nossa sina: A segunda metade mais difícil de extrair que requerem uma infraestrutura enorme para a sua extracção apenas podem existir na presença dos recursos de maior qualidade, a tal metade mais fácil de extrair – os recursos que já não existem. Por favor leia esta frase novamente.

Por outras palavras, uma grande quantidade dos recursos de baixa qualidade que irão sobrar provavelmente nunca serão extraídos. A idade de recursos baratos e de alta qualidade que estão a alimentar a nossa civilização industrial correntemente vão acabar, e a idade de recursos caros e de baixa qualidade vai começar..

A nossa amada Civilização Industrial, este pináculo de ingenuidade humana, esta luz de vida do Universo está prestes a perder a sua energia.

“Pouco Consumo” é o novo “Grande Consumo”

Então o que é todas estas más notícias querem dizer para o nosso dia a dia ?

A resposta curta é que podemos esperar uma drástica e involuntária redução no uso de recursos num futuro não muito distante, gradualmente a piorar, e a estender até ao futuro longínquo. Esta fase pode vir de forma gradual parando em vários patamares sendo seguido de outra redução no consumo, este ciclo vai-se repetir várias vezes. A erosão continua dos recursos vai destruir a nossa industria tão desejosa de crescimento e enviar choques em cadeia passando por todas as facetas do nosso dia a dia.

Nós não teremos apenas menos dos recursos “primários” disponibilizados todos os anos — menos petróleo, menos carvão, menos gás natural, menos minério,etc; mas também teremos cada vez menos dos recursos naturais “secundários” que apenas são disponibilizados indirectamente pelos “primários”: menos electricidade, menos fertilizantes, menos tratamento de águas, menos transportes, menos computadores e comunicação electrónica, etc

Outra vez, é importante salientar aqui que este declínio não será apenas involuntário, mas como não será possível prevenir por qualquer combinação de soluções politicas, sociais ou tecnológicas. Vai simplesmente ocorrer e nós precisamos de simplesmente responder a esse evento com precaução.

É também preciso realizar que outras facetas importantes das nossas vidas vão aumentar no futuro : relações com a nossa família, comunidades e o contacto com o mundo natural; desporto local; apreciar o vento; amor nos nossos corações, etc Por outras palavras, é bastante possível que vamos re-encontrar coisas de maior valor.

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Este artigo não é da minha autoria mas traduzi para português, original pode ser encontrado no TheOilDrum : http://campfire.theoildrum.com/node/5937

published: Novembro 8th, 2009

Peak Oil é uma teoria verdadeira

Já aconteceu nos seguintes países :

Japão: 1932
Alemanha: 1966
Líbia: 1970
Venezuela: 1970
USA: 1970
Irão: 1974
Nigéria: 1979
Trinidad & Tobago: 1981
Egipto: 1987
França: 1988
Indonésia: 1991
Síria: 1996
Índia: 1997
Nova Zelândia: 1997
UK: 1999
Argentina: 1999
Colômbia: 1999
Austrália: 2000
Noruega: 2000
Oman: 2000
México: 2004

published: Novembro 8th, 2009

Obrigações no euronext

Hoje encontrei este link http://www.euronext.com/news/notices/notices-2879-PT.html , é basicamente o mesmo que http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/prosp_obr.cfm mas cobre toda a euronext e tem a informações de forma mais compacta, nice!

published: Novembro 8th, 2009

Mais pensamentos sobre o gás natural..

Encontrei um PDF muito bom sobre o aumento da procura do gás natural na Europa. Existem vários factores que vão contribuir para o aumento da procura do gás natural em detrimento do combustível fóssil. Estes factores são:

  • O preço da electricidade / petróleo
  • Incentivos políticos e económicos
  • Políticas ambientais (implementação da directiva LCPD)

O gás natural é a fonte de energia mais procurada a seguir às renováveis, é também uma fonte de energia mais limpa que o carvão, no entanto a sua competitividade face ao carvão é questionável no longo prazo, só em situações onde sejam impostas restrições nas emissões de NOx e SO2. A Inglaterra é o pais com o maior número de usinas termoeléctricas que não seguem a directiva LCPD,  no entanto já foram tomadas medidas (documento sobre a implementação do medidas pró-LCPD).

A projecção para o consumo de gás natural na Europa é de 601 bcm em 2015,  é de notar que Portugal em 2004 apenas consumiu 3,74bcm.

Existem várias situações que este estudo não coloca em perspectiva, como o caso do Peak Oil e na pressão que vai causar.

Este estudo também indica quais os países onde a procura será maior: Inglaterra, Espanha e Itália. A Inglaterra terá a maior procura tanto para produção de energia como para o consumo particular, é provável que a emigração tenha algum relevo na Inglaterra que anualmente recebe meio milhão de emigrantes.

published: Novembro 5th, 2009

Gás natural com base em dividendos

Aqui estão as acções relacionadas com gás natural que encontrei no NYSE com dividendos entre os 4% e os 7%. Há ainda para dividendos mais altos mas considero arriscado demais.

6,90% – NYSE:NI

6,03% – NYSE:VVC

4,95% – NYSE:LG

4,88% – NYSE:AGL

4,86% – NYSE:GAS

4,70% – NYSE:PNY

4,58% – NYSE:ATO

4,44% – NYSE:OKE

Vou analisar cada uma mas vou ter especial atenção às empresas que façam o transporte de gás natural, devido há maior procura no futuro e serão forçadas a dar mais dividendos para aumentaram a sua capacidade de transporte.