Desde a infância que somos levados a crer que aquilo que é pregado pelos nossos pais é o mais correcto. A pressão por parte da sociedade para ter uma vida segura e de acordo com o status quo é enorme. Qualquer estilo de vida que é diferente do tédio diário das 9 às 5 entalado em dívidas é olhado com muita estranheza.
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Não foi até há algumas décadas passadas que ter um carro e electricidade em casa era considerado um luxo pela maior parte das pessoas. A sociedade acabou por evoluir e actualmente as cidades estão repletas de carros, bens de consumo e entretenimento de todo o tipo. Basicamente, é difícil estar-se aborrecido hoje em dia.
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A Análise Técnica é o método mais popular e usado na bolsa actualmente. No entanto a sua performance frente à Análise Fundamental deixa muito a desejar, tipicamente a escola de ensinamento da Análise Fundamental safa-se melhor na bolsa. Além disso, grande parte da Análise Técnica foi criada com a necessidade de vender produtos, seja seminários, livros ou mesmo software complexo que agora está na moda, os sistemas automáticos, tudo o que seja de palavreado complexo e exagerado vende nesta sociedade constituída de pessoas desinformadas.
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Na semana passada estava a falar com uma conhecida minha no emprego, sobre o que poupar dinheiro em papel traria de benefício à sociedade. Este tema surgiu à baila porque a empresa onde trabalho está a tentar reduzir a quantidade de papel que gasta anualmente. Eu depois dei-lhe a conhecer o paradoxo de Jevons, e [...]
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No ensino português, não existe muita ênfase nas finanças pessoais, não espanta por isso que a maioria das pessoas tenha montanhas de dívidas enquanto adultas. Existe uma falta de cultura financeira neste país, mas isto acontece em muitos outros países ditos “civilizados”, especialmente nos de clima mais ameno e propensão para a importância do estatuto social.
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A independência financeira pode ser um conceito esquisito para muitas pessoas, mas é um processo bastante simples. Investir dinheiro não é como fazer cirurgia ao cérebro, e muitos poucos conhecimentos são precisos, comparado com a aprendizagem de uma profissão. Vamos supor um exemplo simples, que é o meu caso.
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Investir em fundos sempre me fez confusão, até que esta semana descobri uma linha de pensamento idêntica à minha. Encontrei até algumas frases que acho interessantes e pertinentes sobre o assunto.
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Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers.
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A China está neste momento a entrar numa fase bastante especulativa, com o decréscimo das exportações devido à recessão global, o consumo interno foi fomentado e o dinheiro por sua vez injectado. Não havia o que fazer com tanto poderio industrial parado, e então o que foi feito : o governo injectou $585 biliões de dólares que foram gastos em apoios sociais e investimos públicos que serão no futuro pagos pela nova geração, sobre a forma de impostos acrescidos. A cidade de Ordos é um bom exemplo que demonstra a loucura monetária, e deve ser estudado com atenção para perceber o comportamento irracional das bolhas, independentemente da sua natureza. A cidade de Ordos é um projecto de infraestruturas com o objectivo principal de aumentar o GDP, ou seja, aumentar artificialmente a actividade comercial da China. O problema é que ninguém está a usar a cidade para nada.
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O que mais espanta nas palavras de Medina Carreira é o não podermos negar nada. Enquanto o défice não for controlado e os impostos baixarem, não vai haver um incentivo real aos investidores e empresários para criar produção e negócios novos que gerem emprego, consequentemente, vai existir uma perda no poder de compra para todos os portugueses. Pode-se dizer que os investimentos públicos então, fazem parte do problema e não são a solução para sair da recessão.
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